Plataforma informática Começar de Novo

Bobadela, 20 de junho de 2018 (CPR) - No âmbito das atividades do projeto PT/2017/FAMI/261 – Começar de Novo: Apoio à Autonomização dos Refugiados, cofinanciado pelo Fundo Asilo, Migração e Integração, foi lançada no passado dia 29 de Junho de 2018 a plataforma informática Começar de Novo.

A plataforma encontra-se em português com possibilidade de tradução para 18 línguas diferentes. É composta por duas áreas distintas: uma área pública para acesso geral e uma área privada reservada aos técnicos que, nos diversos municípios parceiros do CPR, trabalham com refugiados.

Na área pública poderá encontrar:

  • As notícias mais recentes;
  • Biblioteca digital (com acesso ao Guia de boas práticas de apoio à integração de refugiados e Guia de apoio à procura de emprego, entre outros);
  • Informações sobre incentivos à contratação aplicáveis aos refugiados;
  • Links úteis;
  • Orientação cultural (informação detalhada sobre diversos municípios);
  • Perguntas frequentes;
  • Possibilidade para registo como candidato a emprego;
  • Possibilidade de registo de oferta de emprego;
  • Acesso a formação na área das técnicas de procura de emprego.

Na área privada poderá aceder a:

  • Informação sobre os países de origem dos refugiados, em Portugal no âmbito do programa nacional de recolocação;
  • Legislação útil;
  • Fóruns de partilha de boas práticas.

Visite-nos em www.cpr.pt/comecardenovo .

 

DIVERSOS PROJECTOS DO CPR SÃO FINANCIADOS PELO FUNDO ASILO, MIGRAÇÃO E INTEGRAÇÃO (FAMI)

 

De acordo com as últimas estatísticas, o número de migrantes forçados em todo o mundo ultrapassa os 65 milhões e não pára de aumentar. O número de pessoas que buscam protecão no nosso país é de cerca de 870 por ano ou 87 pessoas por cada milhão de habitantes, um número bastante inferior à média europeia (2600 pedidos por milhão de habitantes na UE-28, em 2015). Há mais de um quarto de século que o CPR, sempre em colaboração com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), procura minimizar as consequências das deslocações forçadas, em particular das pessoas acolhidas em Portugal.