Dia da Família 2018

BOBADELA, 8 de junho (CPR) - Realizámos a nossa 5ª Edição do Dia da Família. Um dia em tudo diferente, porque as famílias ficam o dia inteiro connosco, com atividades dedicadas a todos, jogos tradicionais, atelier de fotografia, cavalos, PSP, Bombeiros Voluntários de Sacavém, zumba, bodycombat, pinturas faciais, tiro ao alvo, jogo dos balões e muita alegria, amizade e cor.

Fizemos um almoço piquenique no qual partilhamos sorrisos, companheirismo e diversão. O momento alto do dia é a peça de teatro realizada pelas colaboradoras do Espaço "A Criança", e este ano foi a Carochinha.

Para terminar em cheio, lanchámos e partimos um bolo gigante para todas as famílias, que foi gentilmente cedido pela família Martins.

É sempre um DIA em cheio pleno de diversão, alegria, e um profundo orgulho pelas crianças e famílias que connosco fazem o Espaço "A Criança" ser uma Escola Intercultural que respeita o bem-estar de todas as crianças e famílias. Esta festa é o culminar de um ano letivo no qual foi mais uma vez uma honra trabalhar e aprender com as nossas crianças e famílias.

Um especial Obrigado a todas as colaboradoras, crianças, famílias e parceiros nesta comemoração (União de Freguesias de Santa Iria de Azoia, São João da Talha e Bobadela, Bombeiros de Sacavém, PSP São João da Talha, Prof. Patrícia Torrão, Prof. Luís António, Fotógrafa Sandra Carvalho, Coudelaria Silva Santos).

Até ao próximo ano!

 

DIVERSOS PROJECTOS DO CPR SÃO FINANCIADOS PELO FUNDO ASILO, MIGRAÇÃO E INTEGRAÇÃO (FAMI)

 

De acordo com as últimas estatísticas, o número de migrantes forçados em todo o mundo ultrapassa os 65 milhões e não pára de aumentar. O número de pessoas que buscam protecão no nosso país é de cerca de 870 por ano ou 87 pessoas por cada milhão de habitantes, um número bastante inferior à média europeia (2600 pedidos por milhão de habitantes na UE-28, em 2015). Há mais de um quarto de século que o CPR, sempre em colaboração com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), procura minimizar as consequências das deslocações forçadas, em particular das pessoas acolhidas em Portugal.