Fundação IKEA contribui para a melhoria dos campos de refugiados

LISBOA, 12 de dezembro de 2015 - Fundação Ikea tem desenvolvido em colaboração com o ACNUR diversos projetos destinados à melhoria das condições de acolhimento nos campos de refugiados.
A campanha atualmente a decorrer destina-se a financiar fontes de energia renovável nos campos de refugiados da responsabilidade do ACNUR.
A falta de iluminação na maioria dos campos tem consequências graves ao nível da segurança e da educação das crianças que permanecem nos campos. A ausência de luz significa que até as atividades mais simples, como usar a casa de banho, recolher água ou voltar para o abrigo podem ser perigosas, particularmente para o sexo feminino. Um candeeiro também significa mais horas de estudo para os alunos que residem nos campos.
Uma parte dos fundos necessários são angariados a partir das lojas IKEA espalhadas pelo mundo. Até 29 de dezembro de 2015 por cada lâmpada ou candeeiro LED vendido nas lojas de mobiliário Ikea, €1 reverte para o projeto.
As duas edições anteriores da campanha angariaram 18 milhões de euros que foram canalizados para campos de refugiados na Ásia, África e Médio Oriente.
Fundação IKEA contribui para a melhoria dos campos de refugiados

A Fundação IKEA tem desenvolvido em colaboração com o ACNUR diversos projetos destinados à melhoria das condições de acolhimento nos campos de refugiados. Atualmente está a decorrer uma campanha de angariação de fundos nas lojas IKEA. Veja aqui como pode contribuir comprando produtos LED sem acréscimo de custo: http://goo.gl/h9FE4f

Posted by Conselho Português para os Refugiados on Thursday, 17 December 2015

 

 

 

DIVERSOS PROJECTOS DO CPR SÃO FINANCIADOS PELO FUNDO ASILO, MIGRAÇÃO E INTEGRAÇÃO (FAMI)

 

De acordo com as últimas estatísticas, o número de migrantes forçados em todo o mundo ultrapassa os 65 milhões e não pára de aumentar. O número de pessoas que buscam protecão no nosso país é de cerca de 870 por ano ou 87 pessoas por cada milhão de habitantes, um número bastante inferior à média europeia (2600 pedidos por milhão de habitantes na UE-28, em 2015). Há mais de um quarto de século que o CPR, sempre em colaboração com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), procura minimizar as consequências das deslocações forçadas, em particular das pessoas acolhidas em Portugal.