Proj. “Refúgio e Arte: dormem mil cores nos meus dedos”
Apresentação

LISBOA, 11 de dezembro de 2015 - O Projeto "Refúgio e Arte: Dormem mil cores nos meus dedos", do CPR, foi um dos 16 selecionados no âmbito da linha de financiamento PARTIS - Práticas Artísticas para a Inclusão Social, pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Este projeto relacionado com as artes plásticas e dirigido aos jovens refugiados e requerentes de asilo, desenvolver-se-á entre 2016 a 2018, com o objetivo de criar ferramentas que alicercem a aprendizagem da língua e a sua inclusão na sociedade portuguesa.
O programa estabelece parcerias com instituições de ensino, ateliês de artistas, salas de exposições e galerias, contando com a colaboração de um ilustrador (Sérgio Condeço) que desenvolverá oficinas artísticas com os jovens menores não-acompanhados.

"Preconceito"

LISBOA, 20 de setembro de 2017 - No último ano mais de 65 milhões de pessoas em todo o mundo foram forçadas a deixar as suas casas por diferentes tipos de conflitos, violência e perseguição. Metade são crianças. Muitas foram separadas dos seus pais e viajam sozinhas, no ano passado cerca de 100 chegaram ao nosso país. Quando finalmente chegam a um lugar seguro, enfrentam mais uma barreira, o preconceito. Eliminar este obstáculo está nas suas mãos.

Voz: Inês Meneses
Música: Doxent Zsigmond Sunset Boulevard (ft. Siobhan Dakay, unreal_dm) 2015 Doxent Zsigmond Licensed to the public under http://creativecommons.org/licenses/b... Verify at http://ccmixter.org/files/doxent/50485


 

 

DIVERSOS PROJECTOS DO CPR SÃO FINANCIADOS PELO FUNDO ASILO, MIGRAÇÃO E INTEGRAÇÃO (FAMI)

 

De acordo com as últimas estatísticas, o número de migrantes forçados em todo o mundo ultrapassa os 65 milhões e não pára de aumentar. O número de pessoas que buscam protecão no nosso país é de cerca de 870 por ano ou 87 pessoas por cada milhão de habitantes, um número bastante inferior à média europeia (2600 pedidos por milhão de habitantes na UE-28, em 2015). Há mais de um quarto de século que o CPR, sempre em colaboração com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), procura minimizar as consequências das deslocações forçadas, em particular das pessoas acolhidas em Portugal.